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Feliz Ano novo!

O Ano Novo pessoal
Inicia-se quando nós
Assim o determinamos
Não tem mês, hora ou data
E a idade
Pouco importa
Basta traçar uma meta
E seguir em frente com garra
Seja na longa ou na curta jornada
Transpor obstáculos
Rir das próprias burradas
Vencer os medos
Ou a solidão, quem sabe?
Agarrar-se à Fé
Para alimentar a Esperança
E amar, amar, amar e amar!
Amar a pessoa que somos
Amar o que possuímos
Amar o que fazemos
Amar os que nos rodeiam.
 
 
Verão
Nos dias de luz
Festejo o sol
Que me conduz
Como um farol
A brisa quente
A me envolver
Suavemente
Faz-me perceber
A beleza da vida
A ser vivida
A ser cumprida
Por isso
Em meu existir
Desejo investir
E acima de tudo
Saber amar e perdoar
Para a Paz poder semear.
 
 
Outono
Outono tempo de reciclar
De recomeçar
Observo a beleza das árvores
Suas variedades e formas
Foram precisos anos e anos
Para que as mais majestosas
Se formassem
Em grandiosidade, em imponência
E eu por que me cobro tanto?
Por que comigo não tenho paciência?
Insisto em mudanças
Em tão curto tempo
Já chega!
Vou semear-me
Esperar que cada folha nasça
Que cada galho apareça
Que meu tronco
Se fortaleça
Que caia o velho
E dê lugar ao novo
E no tempo certo, os frutos que plantei
Certamente colherei.
 
 
Inverno
O inverno inspira-me
A exercitar
A arte de “em tudo tirar proveito”
Deixar cada acontecimento
Tornar-se o momento
De permitir que algo bom flua
Construir a Paz
Fazer dela um solo fértil
Aproveitar as folhas secas
Que se acumulam
Pois elas são um bom adubo
O inverno inspira-me
A acrescentar
A essa terra que estou a preparar
O respeito por mim mesma
E aos que me rodeiam
Amá-los e a cada dia
Novas qualidades neles notar
Estar ciente de que se almejo algo
É comigo que devo contar
O inverno inspira-me
A remanejar
Os enganos e os desacerto saber analisar
Onde e porque errei com franqueza
Sem atribuir as falhas minhas
Aos ‘bodes expiatórios’
Muitas vezes imaginários
O inverno inspira- me
Ao auto-conhecimento
Olhar-me de frente
E de repente
Saber que posso e que sou capaz
Basta planejar
E cuidar da terra boa
Que estou a preparar.
 
 
Primavera
Existe estação mais bela?
Nela toda a sabedoria divina
Se revela
Observo o mundo em que vivo
Rendo graças ao Criador
Admiro o tamanho do esplendor
Com que todas as espécies foram criadas
Assim como o Espírito Santo de Deus
Estava presente na criação
Rogo a Ele que esteja em mim
E comigo
Para que a cada Primavera
Eu saiba me renovar e
Novos talentos deixar aflorar.


Silvia Bruno Securato
Artigo extraído do livro Feliz Ano Novo
Oficina do Livro Editora

 
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